Itinerário: Bella Vista, Obligado, Hohenau, Trinidade, Jesus de Tavarangue, Encarnacion.
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Deixei o hostel em San Ignacio-Arg logo cedo e antes do almoço estava na balsa e ja comprei pesos e guaranis. A diferença com a parte argentina eram as "dispensas" que no argentina se chamavam "kioscos" e as plantações de erva. Quando cheguei na rodovia as mudanças aumentaram. Havia muita gente andando em motos bem judiadas com três pessoas e todos sem capacetes. Como as motos andava mais devagar, eles usavam o acostamento das estradas.
Minha passagem pelas primeiras cidades do Paraguai foi rápida pois queria chegar nas ruinas. Decidi ir primeiro em Jesus que fica 12km de Trinidad. Assim como as ruínas de San Ignácio, as construções estavam conservadas e haviam algumas estatuas na igreja, mas o lugar estava com poucas pessoas. Haviam dois casais que estavam saindo quando cheguei e logo fiquei com um patrimônio da humanidade para mim.
Voltei para Trinidade e conheci as ruínas. Já era fim de tarde e acabei pedindo e acampando na parte administrativa das ruínas. Jantei em um restaurante próximo e fui deitar.
No dia seguinte fui tentar passar novamente para a Argentina por Encarnacion. Comi chipas (tipo pão de queijo) com cozido queimado (chá de mate solúvel) e segui. No caminho comprei ponkas na beira da estrada.
Neste trecho encontrei a primeira pessoa fazendo uma viagem de bicicleta: a Kumi, uma moça do Japão que começou em Cartagena na Colômbia estava indo até o Rio de Janeiro. Estava na estrada há cinco meses e andava com outra moça da África do Sul que estava um quilômetro atrás. Ja haviam passado na Colombia, Ecuador, Peru, Bolivia, Paraguai e entrariam no Brasil por Foz do Iguacu. Deu um ânimo ver gente fazendo a mesma coisa.
Logo cheguei em Encarnacion, a terceira maior cidade do Paraguai que é um ponto de compras para os Argentinos. A região central fervia com muitas lojas de muambas, gente para trocar dinheiro, vendendo de tudo. Aproveitei para comprar um filtro da lente da minha câmera que havia perdido.
Disseram-me que havia uma linha de trem que fazia a travessia e não se passaria de bicicleta pela ponte. Mas estava obscuro se poderia levar a bicicleta. Chegando na estação de trem que estava lotada, me i nfiltrei na multidão e consegui perguntar para um operador do trem que me disse sim. Assim comprei minha passagem por 5000 guaranis e procurei gastar o que havia sobrado com os ambulantes.
O trem parece um metro de São Paulo que cruza o rio Paraná que é muito largo naquele trecho. No outro lado há um controle igual ao de aeroporto com raio-x. Liberado andei um pouco por Posadas, uma cidade com a orla muito bonita. Havia muita gente caminhando, sentada em cadeiras de praia tomando sol e andando de bicicleta. Tive uma certa dificuldade de encontrar uma hospedagem por estavam todas cheias e eu sem como pesquisar na Internet. Acabei ficando no hotel Posta Norte por ARS360 que é um bom lugar.
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Deixei o hostel em San Ignacio-Arg logo cedo e antes do almoço estava na balsa e ja comprei pesos e guaranis. A diferença com a parte argentina eram as "dispensas" que no argentina se chamavam "kioscos" e as plantações de erva. Quando cheguei na rodovia as mudanças aumentaram. Havia muita gente andando em motos bem judiadas com três pessoas e todos sem capacetes. Como as motos andava mais devagar, eles usavam o acostamento das estradas.
Minha passagem pelas primeiras cidades do Paraguai foi rápida pois queria chegar nas ruinas. Decidi ir primeiro em Jesus que fica 12km de Trinidad. Assim como as ruínas de San Ignácio, as construções estavam conservadas e haviam algumas estatuas na igreja, mas o lugar estava com poucas pessoas. Haviam dois casais que estavam saindo quando cheguei e logo fiquei com um patrimônio da humanidade para mim.
Voltei para Trinidade e conheci as ruínas. Já era fim de tarde e acabei pedindo e acampando na parte administrativa das ruínas. Jantei em um restaurante próximo e fui deitar.
No dia seguinte fui tentar passar novamente para a Argentina por Encarnacion. Comi chipas (tipo pão de queijo) com cozido queimado (chá de mate solúvel) e segui. No caminho comprei ponkas na beira da estrada.
Neste trecho encontrei a primeira pessoa fazendo uma viagem de bicicleta: a Kumi, uma moça do Japão que começou em Cartagena na Colômbia estava indo até o Rio de Janeiro. Estava na estrada há cinco meses e andava com outra moça da África do Sul que estava um quilômetro atrás. Ja haviam passado na Colombia, Ecuador, Peru, Bolivia, Paraguai e entrariam no Brasil por Foz do Iguacu. Deu um ânimo ver gente fazendo a mesma coisa.
Logo cheguei em Encarnacion, a terceira maior cidade do Paraguai que é um ponto de compras para os Argentinos. A região central fervia com muitas lojas de muambas, gente para trocar dinheiro, vendendo de tudo. Aproveitei para comprar um filtro da lente da minha câmera que havia perdido.
Disseram-me que havia uma linha de trem que fazia a travessia e não se passaria de bicicleta pela ponte. Mas estava obscuro se poderia levar a bicicleta. Chegando na estação de trem que estava lotada, me i nfiltrei na multidão e consegui perguntar para um operador do trem que me disse sim. Assim comprei minha passagem por 5000 guaranis e procurei gastar o que havia sobrado com os ambulantes.
O trem parece um metro de São Paulo que cruza o rio Paraná que é muito largo naquele trecho. No outro lado há um controle igual ao de aeroporto com raio-x. Liberado andei um pouco por Posadas, uma cidade com a orla muito bonita. Havia muita gente caminhando, sentada em cadeiras de praia tomando sol e andando de bicicleta. Tive uma certa dificuldade de encontrar uma hospedagem por estavam todas cheias e eu sem como pesquisar na Internet. Acabei ficando no hotel Posta Norte por ARS360 que é um bom lugar.









Legal Puna, encontrar as mulheres que também estão fazendo algo igual a você. ... vqv
ResponderExcluirLegal Puna, encontrar as mulheres que também estão fazendo algo igual a você. ... vqv
ResponderExcluirFala ai... verdade, depois encontrei mais um carinha e uma moça... abraco
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