De Chui até Rio Grande, a próxima cidade, eram 240km pela BR-471, asfaltada e plana. Havia Santa Vitória do Palmar no caminho mas era muito perto de Chui e queria fazer essa perna em dois dias, portanto comecei a pedalar cedo.
Imaginava que o caminho fosse mais bonito, pois no mapa eu estaria andando entre a lagoa Mirim e a lagoa Mangueira no sudeste do Rio Grande do Sul. Porém o que via era um pasto sem fim em ambos os lados e também estava enfrentando vento contra.
Conforme a tarde chegava o calor ficava forte (mais de 30 graus). Pelo caminho passei por um camping fechado, uma pequena vila onde tomei algo gelado e mais nada. No final da tarde, depois de 136km, encontrei uma floresta de pinheiros na beira da estrada e acampei ali no meio. Nesta viagem tinha ficado 3 dias sem banho, mas como estava frio, não me sentia desconfortável porém dessa vez foi muito ruim por conta do calor.
No dia seguinte foram mais 105km iguais ao dia anterior até chegar em Rio Grande onde fiquei no camping Senandes, perto da praia do Cassino. O camping tem boa estrutura e muitas árvores e reslvi ficar um dia a mais para descansar.
A próxima perna seria longa também, entre a lagoa dos Patos e o mar até a vila de Bacupari, distante 235km onde sabia de um camping. Sabia que no caminho haveria uma área de camping em um lugar chamado Estreito. Neste trecho não acreditava fazer em 2 dias pois teria que passar por uma balsa para São Jose do Norte.
Gastei algumas horas para a travessia da ligação da lagoa dos patos com o mar e uma caminhada em São Jose. Continuei pela estrada, agora BR101, plana, asfaltada, com pouco movimento e agora cercada por plantação de arroz. De fato o "estreito" tem um bom lugar para camping selvagem, com uma pequena floresta e havia gente acampando ali.
Bem cedo voltei a pedalar e depois de 50km passei em uma vila chamada Bojuru onde almocei. Neste lugar encontrei um sujeito viajando em bicicleta no sentido oposto. Ele saiu de São Paulo e estava indo até Montevideu e o interessante foi que ele adaptou caixas plasticas de arquivo como alforges.
Pedalei 122km até a cidade de Mostardas onde fiquei no camping Poente. A área de camping é pequena e tem um salão coberto. Acabei montando a barraca ali pois veio uma chuva muito forte.
Acabei chegando em Bacopari no terceiro dia depois de 83km. Trata-se de uma via que fica perto de um grande lago. Nela existem pousadas e um camping grande que estava bem cheio. O pessoal da região gosta de ficar no lago pois a praia tem onda forte. Aproveitei o lago no mesmo dia e fiquei apenas uma noite no camping. Conheci um casal de aposentados e ficamos a noite conversando bastante.
Voltei para o pedal e pedalei 85km até um camping na cidade de Cidreira que fica bem no litoral. Continuei e fiquei em outro camping em Imbé e depois em Torres, ultima cidade do Rio Grande. Esta cidade dois morros, chamados morro da Guarita e morro do Farol, que são formações rochosas muito bonitos na praia.
Fiquei o segundo dia e parti para o interior pois iria começar o carnaval e o preços nos campings nas cidades de praia iam dobrar de valor. Entraria no estado de Santa Catarina para conhecer o interior do canion Itaimbezinho.
Imaginava que o caminho fosse mais bonito, pois no mapa eu estaria andando entre a lagoa Mirim e a lagoa Mangueira no sudeste do Rio Grande do Sul. Porém o que via era um pasto sem fim em ambos os lados e também estava enfrentando vento contra.
Conforme a tarde chegava o calor ficava forte (mais de 30 graus). Pelo caminho passei por um camping fechado, uma pequena vila onde tomei algo gelado e mais nada. No final da tarde, depois de 136km, encontrei uma floresta de pinheiros na beira da estrada e acampei ali no meio. Nesta viagem tinha ficado 3 dias sem banho, mas como estava frio, não me sentia desconfortável porém dessa vez foi muito ruim por conta do calor.
No dia seguinte foram mais 105km iguais ao dia anterior até chegar em Rio Grande onde fiquei no camping Senandes, perto da praia do Cassino. O camping tem boa estrutura e muitas árvores e reslvi ficar um dia a mais para descansar.
A próxima perna seria longa também, entre a lagoa dos Patos e o mar até a vila de Bacupari, distante 235km onde sabia de um camping. Sabia que no caminho haveria uma área de camping em um lugar chamado Estreito. Neste trecho não acreditava fazer em 2 dias pois teria que passar por uma balsa para São Jose do Norte.
Gastei algumas horas para a travessia da ligação da lagoa dos patos com o mar e uma caminhada em São Jose. Continuei pela estrada, agora BR101, plana, asfaltada, com pouco movimento e agora cercada por plantação de arroz. De fato o "estreito" tem um bom lugar para camping selvagem, com uma pequena floresta e havia gente acampando ali.
Bem cedo voltei a pedalar e depois de 50km passei em uma vila chamada Bojuru onde almocei. Neste lugar encontrei um sujeito viajando em bicicleta no sentido oposto. Ele saiu de São Paulo e estava indo até Montevideu e o interessante foi que ele adaptou caixas plasticas de arquivo como alforges.
Pedalei 122km até a cidade de Mostardas onde fiquei no camping Poente. A área de camping é pequena e tem um salão coberto. Acabei montando a barraca ali pois veio uma chuva muito forte.
Acabei chegando em Bacopari no terceiro dia depois de 83km. Trata-se de uma via que fica perto de um grande lago. Nela existem pousadas e um camping grande que estava bem cheio. O pessoal da região gosta de ficar no lago pois a praia tem onda forte. Aproveitei o lago no mesmo dia e fiquei apenas uma noite no camping. Conheci um casal de aposentados e ficamos a noite conversando bastante.
Voltei para o pedal e pedalei 85km até um camping na cidade de Cidreira que fica bem no litoral. Continuei e fiquei em outro camping em Imbé e depois em Torres, ultima cidade do Rio Grande. Esta cidade dois morros, chamados morro da Guarita e morro do Farol, que são formações rochosas muito bonitos na praia.
Fiquei o segundo dia e parti para o interior pois iria começar o carnaval e o preços nos campings nas cidades de praia iam dobrar de valor. Entraria no estado de Santa Catarina para conhecer o interior do canion Itaimbezinho.






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