Continuando pela costa uruguaia, queria ir margeando o mar até chegar a Punte del Este e continuar assim até chegar no Brasil novamente aproveitando o litoral.
Deixei a capital passando por muitas praias vazias. O tempo estava nublado e ventava bastante a meu favor. Assim andei quase 100km até encontrar o camping El Eden um pouco antes de Piriapolis. O camping é simples com muita sombra e banho quente. Há uma mercearia no local e fica bem perto da praia. Cheguei no meio da tarde e deu para descansar bastante.
No dia seguinte continuei pela ruta 10 passando pelo centro de Piriapolis e sabia de um camping em Punta Ballena, mas um pouco antes encontrei um hostel e resolvi ficar nele. Cheguei cedo e tirei minhas malas e com a bicicleta leve fui conhecer a Casa Pueblo e a ponta da praia. O restante do dia foi para descansar.
Depois de Punta del Este meu sentido começou a ser para nordeste e a partir daí até Santa Catarina, tive apenas vento contra. Outra mudança foi que as cidades ficaram menores e mais espaçadas. Passei por duas pontes estranhas: uma era um tobogã e outra era no formato de uma rotatória.
Depois de um certo ponto o asfalto acabou assim como a civilização. Sabia que continuava até encontrar a rodovia que estava mais para o interior. Neste meio tempo encontrei um lugar para acampar na praia. Tinha a praia só para mim nesse dia.
Próximo dia continuei pela estrada dando a volta no parque Laguna Rocha. Neste lugar há um rio (quase lago) que desagua no mar. Ninguém sabia informar se era possível passar então não arrisquei. Passei pela cidade de Rocha onde almocei e voltei para a praia ficando em um camping na cidade de La Paloma.
O camping era bem grande e estava cheio de gente acampando. Fio o maior e o mais cheio que vi na viagem. Cheguei pouco antes das 17h e fui para a praia aproveitar um pouco.
Depois continuei pela ruta 10 que ficou mais longe do mar e mais monótona. Decidi não passar em Cabo Polônio pois não fiquei a vontade em deixar a bicicleta pernoitar no estacionamento para eu ir de ônibus para a vila. Também não dava para ir pedalando por ter muita areia. Fiquei na vila de Aguas Dulces, em uma camping com o mesmo nome. Neste lugar as casas chegam bem perto do mar.
No dia seguinte continuei pela ruta, também longe das praias até chegar em Punta del Diablo. Fiquei no camping dentro do parque Santa Tereza, que é enorme e conta com praias, o forte, mercearias e a área de camping. O valor das diárias é barato (menos de R$20) mas deve-se pagar no mínimo 3 diárias.
Fiquei 2 dias e meio e continuei para Chuy, distante 35km. A cidade faz divisa com Chui no Brasil e é uma zona franca. Há muitas lojas de free-shop e uma avenida divide os países. Fiquei no lado uruguaio para gastar os últimos pesos que tinha.
Resumindo o pedal na costa do Uruguai, todo o trajeto é plano, não tem trechos longos sem alguma cidade, possui campings, hostels por todo o caminho, as praias são bonitas e o Uruguai cuida bem dessa região pois é a principal área turística do país.
Deixei a capital passando por muitas praias vazias. O tempo estava nublado e ventava bastante a meu favor. Assim andei quase 100km até encontrar o camping El Eden um pouco antes de Piriapolis. O camping é simples com muita sombra e banho quente. Há uma mercearia no local e fica bem perto da praia. Cheguei no meio da tarde e deu para descansar bastante.
No dia seguinte continuei pela ruta 10 passando pelo centro de Piriapolis e sabia de um camping em Punta Ballena, mas um pouco antes encontrei um hostel e resolvi ficar nele. Cheguei cedo e tirei minhas malas e com a bicicleta leve fui conhecer a Casa Pueblo e a ponta da praia. O restante do dia foi para descansar.
Depois de Punta del Este meu sentido começou a ser para nordeste e a partir daí até Santa Catarina, tive apenas vento contra. Outra mudança foi que as cidades ficaram menores e mais espaçadas. Passei por duas pontes estranhas: uma era um tobogã e outra era no formato de uma rotatória.
Depois de um certo ponto o asfalto acabou assim como a civilização. Sabia que continuava até encontrar a rodovia que estava mais para o interior. Neste meio tempo encontrei um lugar para acampar na praia. Tinha a praia só para mim nesse dia.
Próximo dia continuei pela estrada dando a volta no parque Laguna Rocha. Neste lugar há um rio (quase lago) que desagua no mar. Ninguém sabia informar se era possível passar então não arrisquei. Passei pela cidade de Rocha onde almocei e voltei para a praia ficando em um camping na cidade de La Paloma.
O camping era bem grande e estava cheio de gente acampando. Fio o maior e o mais cheio que vi na viagem. Cheguei pouco antes das 17h e fui para a praia aproveitar um pouco.
Depois continuei pela ruta 10 que ficou mais longe do mar e mais monótona. Decidi não passar em Cabo Polônio pois não fiquei a vontade em deixar a bicicleta pernoitar no estacionamento para eu ir de ônibus para a vila. Também não dava para ir pedalando por ter muita areia. Fiquei na vila de Aguas Dulces, em uma camping com o mesmo nome. Neste lugar as casas chegam bem perto do mar.
No dia seguinte continuei pela ruta, também longe das praias até chegar em Punta del Diablo. Fiquei no camping dentro do parque Santa Tereza, que é enorme e conta com praias, o forte, mercearias e a área de camping. O valor das diárias é barato (menos de R$20) mas deve-se pagar no mínimo 3 diárias.
Fiquei 2 dias e meio e continuei para Chuy, distante 35km. A cidade faz divisa com Chui no Brasil e é uma zona franca. Há muitas lojas de free-shop e uma avenida divide os países. Fiquei no lado uruguaio para gastar os últimos pesos que tinha.
Resumindo o pedal na costa do Uruguai, todo o trajeto é plano, não tem trechos longos sem alguma cidade, possui campings, hostels por todo o caminho, as praias são bonitas e o Uruguai cuida bem dessa região pois é a principal área turística do país.










Comentários
Postar um comentário