Itinerário: Bariloche (base) e passeios a San Martin de los Andes, Puerto Montt, Puerto Varas, Frutullar, Puerto Octay
Fotos: Clique aqui
Cheguei em Bariloche um tanto cansado por causa do vento contra. Assim fiquei no primeiro hostel que encontrei.
Fotos: Clique aqui
Cheguei em Bariloche um tanto cansado por causa do vento contra. Assim fiquei no primeiro hostel que encontrei.
Haviam dois viajantes e conversei com um do Uruguai que estava de férias. No dia que falei com ele, estava indo para o Vertisqueiro Negro, que é um pequeno glaciar, onde eu iria também mas só chegaria no dia seguinte.
Para se chegar no glaciar são 35 quilômetros pela ruta 40 e mais 50 quilômetros em estrada de terra dentro do parque.
Passei pelos lagos Gutierrez e Mascardi e logo cheguei na guarita do parque. Paguei 130 pesos (uns 32 reais) pela entrada e o guarda sugeriu que eu ficasse no primeiro camping que fica a uns 10 quilômetros. Isso porque iria começar a volta das vans de excursão e a estrada era estreita.
Fiquei no camping los rápidos onde haviam alguns pescadores. Durante a noite um javali ou algo assim tentou roubar os peixes de um pescador que acampava do meu lado. Foi um corre-corre para salvar o almoço deles...
No dia seguinte avancei até outro camping pouco antes do cerro Tronador. Mesmo a uns quilômetros do glaciar, era possível ouvir quando o gelo se desprende e cai na água.
Minha volta para Bariloche foi um tanto conturbada. Depois de andar cerca de 30 quilômetros, meu pneu furou por conta da estrada com muita s pedras. Quando fui consertar percebi que a bomba estava quebrada: a borracha que trava e veda a saída de ar do bico havia saído da bomba.
A aceitação da situação não é fácil mas tem que acontecer logo. Tratei de pensar nas possibilidades. Carona, conseguir uma bomba emprestada, empurrar ate o posto de gasolina. No fim consegui a bomba no camping que havia ficado no dia anterior, depois de empurrar uns 10 km.
Depois de resolver o problema e fui começar a pedalar, a corrente enroscou no câmbio e o quebrou. Ele tinha alguma folga mas isso não era esperado. Tive que cortar a corrente e fazer um by pass no cambio assim teria apenas uma marcha no cassete, mas funcionou.
A volta foi até tranquila e me hospedei no hostel inn, mais barato mas barulhento pois estava cheio e o pessoal tinha um perfil mais baladeiro.
Levei a bicicleta para trocar o cambio e comprei outra bomba. Depois tive que trocar o cubo traseiro também.
No dia seguinte me encontrei com a Liliane, uma amiga de profissão. Fizemos passeios pelos 7 Lagos, pela região dos lagos no Chile e pelo cerro Otto.
No Chile compramos um passeio para o Termas Puyehue, que conta com uma piscina aquecida. O lugar é bonito mas o Termas é bem simples.
Ela também trouxe o celular que comprei via internet no Brasil para substituir o celular e tablet perdidos no Chile, além de um pneu reserva.
No Chile compramos um passeio para o Termas Puyehue, que conta com uma piscina aquecida. O lugar é bonito mas o Termas é bem simples.
Ela também trouxe o celular que comprei via internet no Brasil para substituir o celular e tablet perdidos no Chile, além de um pneu reserva.
Mesmo ficando uma semana em Bariloche, ainda há roteiros que não pude ir como cerr Catedral ou fazer uma das travessias de montanhas que existem lá.













É de impressionar as fotos
ResponderExcluirOi! Que saudade de tudo aí!
ResponderExcluirVocê conseguiu captar através de suas lentes os melhores ângulos das paisagens!!
Até os kutchens estão lindos! rs
Obrigada pela companhia nos passeios e no pedal!!
Bjs Li