Itinerário: Mendoza, Lujan de Cuyo, Potrerillos, Uspallata, Polveredas, Punta de Vacas, Puente del Inca, Las Cuervas, Los Andes
Fotos: Clique aqui
Depois de um bom descanso em Mendoza, era hora de enfrentar a cordilheira dos Andes. Os alertas assustadores do pessoal que encontrei no termas de Arapey vieram a tona, mas era preciso tentar.
Deixei a cidade seguindo para o sul. Estava mudando meu roteiro para Uspallata para incluir Potrerillos que me aconselharam. Existem três estradas que levam a Uspallata.
Fui por uma avenida para evitar a ruta 40 e passei por muitos vinhedos. Tambem evitei vários quilômetros da ruta 7. O caminho todo era uma subida leve e constante.
Cheguei na vila Potrerillos com a vista de uma represa muito bonita cercada por montanhas. A vila é bem pequena e estava deserta. Fiquei em um camping.
O dia seguinte tinha como destino Uspallata cerca de 50 quilômetros a frente e que ficava a quase 2000m de altitude. O caminho foi tranquilo e fiquei no camping municipal da cidade.
Conversei com um senhor brasileiro do Rio Grande do Sul que estava no camping com um motor home. Ele estava voltando do Chile e me confirmou que a passagem pelo cristo redentor estava fechado (caminho antigo que passa sobre o tunel). Como sabia que não se pode passar com a bicicleta pelo tunel, fui com essa dúvida.
No dia seguinte continuei em uma tendência de subida. Nos primeiros 20 quilômetros foi tranquilo mas depois um vento contra muito forte dificultaram bastante. Aqui não tinha pressa pois a paisagem estava muito bonita por conta das montanhas enormes com muitas tonalidades de vermelho.
Neste dia andei 40km e fiquei na vila Polveredas, uma antiga estação de trem que tem uma dezena de casas. Andei pela vila e nâo encontrei nenhuma pessoa na rua e nenhuma venda. Como também não havia hospedagem, acampei na estação de embarque da antiga estação, totalmente vazia.
Segui a estrada e parei para comer na vila Los Penitentes, onde há uma estação de esqui. Neste lugar começou a nevar apesar de estar 6 graus celcius. Além disso já estava na altura do gelo nas montanhas, que nos dias anteriores via apenas de longe.
Conversei com um guarda que me tranquilizou dizendo que a passagem pelo túnel era feita por uma pickup da concessionária da rodovia.
Depois conheci a puente del inca, lugar onde encontrei dois viajantes de bicicleta, um da Espanha e uma moça do Canadá. Não entendi o trajeto deles mas me disseram que não dava para ver o pico Aconcagua por causa do tempo fechado.
Continuei subindo e já estava com mais de 3000m de altitude com o vento contra forte. Assim cheguei na vila Las Cuervas, lugar tomado pelo gelo. Aqui existe um pedágio na entrada do túnel onde o operador chama o carro para me levar. Realmente não é seguro andar de bicicleta por ter vários quilômetros e ser bem estreito.
No lado chileno acabei gastando umas 2 horas para a entrada, com revista para alimentos frescos que não são permitidos.
Já na descida outra paisagem legal: os caracoles, uma sequencia de curvas de 180 graus para descer a ladeira íngreme. Isso já estava anoitecendo e na parte mais baixa encontrei um lugar para acampar.
Terminei a travessia chegando na cidade de Los Andes. Estava bem por poder fazer um trecho impressionante como este.
Fotos: Clique aqui
Depois de um bom descanso em Mendoza, era hora de enfrentar a cordilheira dos Andes. Os alertas assustadores do pessoal que encontrei no termas de Arapey vieram a tona, mas era preciso tentar.
Deixei a cidade seguindo para o sul. Estava mudando meu roteiro para Uspallata para incluir Potrerillos que me aconselharam. Existem três estradas que levam a Uspallata.
Fui por uma avenida para evitar a ruta 40 e passei por muitos vinhedos. Tambem evitei vários quilômetros da ruta 7. O caminho todo era uma subida leve e constante.
Cheguei na vila Potrerillos com a vista de uma represa muito bonita cercada por montanhas. A vila é bem pequena e estava deserta. Fiquei em um camping.
O dia seguinte tinha como destino Uspallata cerca de 50 quilômetros a frente e que ficava a quase 2000m de altitude. O caminho foi tranquilo e fiquei no camping municipal da cidade.
Conversei com um senhor brasileiro do Rio Grande do Sul que estava no camping com um motor home. Ele estava voltando do Chile e me confirmou que a passagem pelo cristo redentor estava fechado (caminho antigo que passa sobre o tunel). Como sabia que não se pode passar com a bicicleta pelo tunel, fui com essa dúvida.
No dia seguinte continuei em uma tendência de subida. Nos primeiros 20 quilômetros foi tranquilo mas depois um vento contra muito forte dificultaram bastante. Aqui não tinha pressa pois a paisagem estava muito bonita por conta das montanhas enormes com muitas tonalidades de vermelho.
Neste dia andei 40km e fiquei na vila Polveredas, uma antiga estação de trem que tem uma dezena de casas. Andei pela vila e nâo encontrei nenhuma pessoa na rua e nenhuma venda. Como também não havia hospedagem, acampei na estação de embarque da antiga estação, totalmente vazia.
Segui a estrada e parei para comer na vila Los Penitentes, onde há uma estação de esqui. Neste lugar começou a nevar apesar de estar 6 graus celcius. Além disso já estava na altura do gelo nas montanhas, que nos dias anteriores via apenas de longe.
Conversei com um guarda que me tranquilizou dizendo que a passagem pelo túnel era feita por uma pickup da concessionária da rodovia.
Depois conheci a puente del inca, lugar onde encontrei dois viajantes de bicicleta, um da Espanha e uma moça do Canadá. Não entendi o trajeto deles mas me disseram que não dava para ver o pico Aconcagua por causa do tempo fechado.
Continuei subindo e já estava com mais de 3000m de altitude com o vento contra forte. Assim cheguei na vila Las Cuervas, lugar tomado pelo gelo. Aqui existe um pedágio na entrada do túnel onde o operador chama o carro para me levar. Realmente não é seguro andar de bicicleta por ter vários quilômetros e ser bem estreito.
No lado chileno acabei gastando umas 2 horas para a entrada, com revista para alimentos frescos que não são permitidos.
Já na descida outra paisagem legal: os caracoles, uma sequencia de curvas de 180 graus para descer a ladeira íngreme. Isso já estava anoitecendo e na parte mais baixa encontrei um lugar para acampar.
Terminei a travessia chegando na cidade de Los Andes. Estava bem por poder fazer um trecho impressionante como este.

















SSSSSEEEEEENNNNNSSSSSACCCCIIIIOOOOONNNNAAAAALLLLLLLL!!!!
ResponderExcluirIMAGINANDO A SUA VIAGEM... DE TIRAR O FOLEGO HEIN!
SUPER ABRAÇO, LI.
Muito legal!!! Puna, tem que escrever um livro "Diários de Bicicleta" a la Che Guevara. Impressionante a estrada já tinha visto algo, mas não conhecia ninguém que tivesse ido. A foto do céu entre as montanhas também muito legal.
ResponderExcluirFera dotor. Viu neve então, show! Tem umas fotos acima com uma coisa meio amarelada.. são pedras? Abraço
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