Itinerário: Villa Carlos Paz, Tanti, Taninga, Salscate, Chancani, Chepes
Fotos: Clique aqui
Três dias em Carlos Paz para trocar o aro da roda, descansar e aproveitar a cidade. Agora seria um trecho mais complexo pois a travessaria uma montanha com quase 2000m e depois mais de 150 quilômtetros quase deserto. Isso para passar em paisagens muito legais e sem ter a preocupação com o trânsito.
Fui para a cidade de Tanti que era bem próxima e a partir daí iniciou a estrada de terra. A subida era suave e longa e o cenario era bem seco com vegetação baixa e muito espinho.
As casas ficavam mais longe uma das outras e as rochas foram tomando conta. Lembrava a serra do espinhaco quando fiz o caminho dos diamantes em Diamantina.
Cheguei por volta das 16h no camping La Rotonda, na base de Los Gigantes. Para onde se olhava avistava-se pedras e o dia meio quente (20 graus) foi dando lugar a noite fria.
Acordei no dia seguinte com -2 graus e o tempo nublado. Não passei frio mas foi difícil sair da barraca que estava com 5 graus.
Comecei o pedal e passei por dois mochileiros indo para o camping. Depois parei em uma venda para tomar um café quente.
O caminho alternativa subidas e descidas e depois de muitos quilômetros veio a descida. Acabei dormindo no Balneário de Tala Cañada, um bairro bem pequeno de Taninga.
Nessa noite fiquei pensando em desistir da ruta 28 e ir por asfalto para Mendoza. Porém na descida eu conseguia ver a estrada de terra bem longa e com um vulcão que parecia a pirâmide de Gizé. Não aguentei e desisti do asfalto.
Cheguei em Taninga e conversei com alguns turistas do Chile indo visitar os Tuneles. Passei em Salscate para comprar provisões e comecei o trecho até os Tuneles.
A estrada era boa mas tinha que ficar atento com os espinhos. Felizmente não tive nenhum pneu furado em todo esse trecho, ao contrário de alguns relatos que li sobre este lugar.
Em Las Palmas ha uma igrejinha bem antiga e quando estava lá uma senhora que cuida de uma escola em frente disse que poderia acampar no gramado e assim eu fiz.
Continuei no dia seguinte e logo cheguei nos Tuneles, uma série de 5 túneis construídos para permitir a descida da serra que é bastante íngreme. No horizonte via-se uma planície enorme onde eu passaria até chegar na província de La Rioja.
A descida foi tranquila e quase no final dela pude ver a estrada que cortava a imensidão da planície.
A estrada tem mais areia mas está bem conservada. No meio da tarde resolvi acampar no terreno de uma escola, fechada por ser sábado mas parecia ativa, porém não via casas de onde eram os estudantes por muitos quilômetros.
No dia seguinte foi o mesmo até que finalmente cheguei no asfalto, mas ainda havia mais 40 quilômetros até a cidade de Chepes. Nos últimos 10 quilômetros peguei a primeira chuva nas estradas argentinas e felizmente não tive nenhum problema neste trecho.
Fotos: Clique aqui
Três dias em Carlos Paz para trocar o aro da roda, descansar e aproveitar a cidade. Agora seria um trecho mais complexo pois a travessaria uma montanha com quase 2000m e depois mais de 150 quilômtetros quase deserto. Isso para passar em paisagens muito legais e sem ter a preocupação com o trânsito.
Fui para a cidade de Tanti que era bem próxima e a partir daí iniciou a estrada de terra. A subida era suave e longa e o cenario era bem seco com vegetação baixa e muito espinho.
As casas ficavam mais longe uma das outras e as rochas foram tomando conta. Lembrava a serra do espinhaco quando fiz o caminho dos diamantes em Diamantina.
Cheguei por volta das 16h no camping La Rotonda, na base de Los Gigantes. Para onde se olhava avistava-se pedras e o dia meio quente (20 graus) foi dando lugar a noite fria.
Acordei no dia seguinte com -2 graus e o tempo nublado. Não passei frio mas foi difícil sair da barraca que estava com 5 graus.
Comecei o pedal e passei por dois mochileiros indo para o camping. Depois parei em uma venda para tomar um café quente.
O caminho alternativa subidas e descidas e depois de muitos quilômetros veio a descida. Acabei dormindo no Balneário de Tala Cañada, um bairro bem pequeno de Taninga.
Nessa noite fiquei pensando em desistir da ruta 28 e ir por asfalto para Mendoza. Porém na descida eu conseguia ver a estrada de terra bem longa e com um vulcão que parecia a pirâmide de Gizé. Não aguentei e desisti do asfalto.
Cheguei em Taninga e conversei com alguns turistas do Chile indo visitar os Tuneles. Passei em Salscate para comprar provisões e comecei o trecho até os Tuneles.
A estrada era boa mas tinha que ficar atento com os espinhos. Felizmente não tive nenhum pneu furado em todo esse trecho, ao contrário de alguns relatos que li sobre este lugar.
Em Las Palmas ha uma igrejinha bem antiga e quando estava lá uma senhora que cuida de uma escola em frente disse que poderia acampar no gramado e assim eu fiz.
Continuei no dia seguinte e logo cheguei nos Tuneles, uma série de 5 túneis construídos para permitir a descida da serra que é bastante íngreme. No horizonte via-se uma planície enorme onde eu passaria até chegar na província de La Rioja.
A descida foi tranquila e quase no final dela pude ver a estrada que cortava a imensidão da planície.
A estrada tem mais areia mas está bem conservada. No meio da tarde resolvi acampar no terreno de uma escola, fechada por ser sábado mas parecia ativa, porém não via casas de onde eram os estudantes por muitos quilômetros.
No dia seguinte foi o mesmo até que finalmente cheguei no asfalto, mas ainda havia mais 40 quilômetros até a cidade de Chepes. Nos últimos 10 quilômetros peguei a primeira chuva nas estradas argentinas e felizmente não tive nenhum problema neste trecho.















Parabéns Alessandro , que aventura Heim , frio, chuva, deserto e solidão . Está sendo um guerreiro, siga em frente e nos mande os relvados que estou viajando junto, abraço.
ResponderExcluirOi!
ResponderExcluirPara esse trecho, Super, hiper, mega Parabéns!!!
(Sem comentários, porque já estava falando pra você pegar outra condução rsrsrs)