Itinerário: Posadas, Gobernador Virasoro, Santo Tomé, Avear, Itaqui, Uruguaiana, Barra do Quaraí
Link fotos: Clique aqui
Depois que cheguei na Argentina já sabia que as distâncias entre as cidades seriam longas. Já me preparei para isso levando mais comida e água. Além disso não tinha notícias boas de relatos da Ruta 14 Argentina por não ter acostamento. Assim montei um roteiro alternativo por estradas secundárias.
Comecei cedo pela Ruta 14 sentido Governador Virasoro e a estrada era muito boa assim como o acostamento. Para minha felicidade havia vento a favor. Como li no relato, depois que se passa da província de Missiones para Corrientes, o acostamento passa a ser de terra batida.
O pedal estava rendendo por ser plano e por causa do vento e assim eu fazia quase 30km/h constante. A paisagem era de pasto basicamente.
Para ajudar quase nao havia trafego e acabei chegando em Governador Virassoto 13h depois de quase 80km. A cidade era bem simples e parei para comprar água e peras para comer no caminho.
Continuei firme até a cidade de Santo Tomé, ja divisa com o Brasil. Com o vento me ajudando não tive sofrimento para andar 150km em um dia, a maior quilometragem que já fiz em um dia. Isso só foi possível por haver condições ideais.
Um pouco antes de chegar conversei com alguns ciclistas que faziam trilhas. Perguntou se queria chegar por estrada de terra mas recusei.
Em Santo Tomé tive dificuldades de encontrar hospedagem, ora não havia vagas, ora eles cobravam muito caro. Em um hotel ruim (a entrada era um bar) eles queria 490 pesos, que dava mais de 100 reais. Já desistindo, encontrei um hotel simples por 300 pesos onde fiquei.
Planejei para o domingo chegar em Avear onde passaria para o Brasil via balsa. A quilometragem também não era baixa: 90km.
A estrada tinha mais movimento mas estava tranquilo ainda. O vento a favor continuava e me aproveitei disso para chegar logo. Como no dia anterior, o cenário era de pasto e a estrada seguia bem plana, porém não havia nenhum bairro no meio do caminho.
Pedalei forte e assim cheguei por volta das 15h. A cidade estava vazia, talvez por ser domingo. Notei que a cidade já teve ser tempo rico, mas estava decadente. Havia casarões e fábricas com paredes de tijolo do mesmo jeito que foi construído há mais de 50 anos atrás. Gostei muito.
Fui no controle de fronteira mas domingo mão havia balsa. Passei no dia seguinte para Itaqui-RS e logo peguei a estrada para Uruguaiana, outro dia de quilometragem alta.
No lado brasileiro vi pasto e plantações de trigo me parece. Fora isso, o cenário se mantinha.
Fiquei no hotel Roll inn por dois dias para descansar por ter feito 350km em três dias. Também porque no dia seguinte choveu e ficou ventando bastante.
O tempo ruim durou um dia e quando sai já estava sol porém mais frio. Queria chegar em Barra do Quaraí, na divisa com o Uruguai.
Não posso contar com vento a favor para sempre e agora ele estava contra. Os 70km foram mais difíceis e gastei um tempo por conta de um pneu furado.
Notei que na cidade tinha muitos supermercados. Quando fui comprar mantimentos, perguntavam se ia pagar em que moeda. Percebi que muitos uruguaios passavam a fronteira para fazer compras no Brasil. No outro lado, Bella Union ja queria testar meu cartão pré-pago no freeshop que havia lá.
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Depois que cheguei na Argentina já sabia que as distâncias entre as cidades seriam longas. Já me preparei para isso levando mais comida e água. Além disso não tinha notícias boas de relatos da Ruta 14 Argentina por não ter acostamento. Assim montei um roteiro alternativo por estradas secundárias.
Comecei cedo pela Ruta 14 sentido Governador Virasoro e a estrada era muito boa assim como o acostamento. Para minha felicidade havia vento a favor. Como li no relato, depois que se passa da província de Missiones para Corrientes, o acostamento passa a ser de terra batida.
O pedal estava rendendo por ser plano e por causa do vento e assim eu fazia quase 30km/h constante. A paisagem era de pasto basicamente.
Para ajudar quase nao havia trafego e acabei chegando em Governador Virassoto 13h depois de quase 80km. A cidade era bem simples e parei para comprar água e peras para comer no caminho.
Continuei firme até a cidade de Santo Tomé, ja divisa com o Brasil. Com o vento me ajudando não tive sofrimento para andar 150km em um dia, a maior quilometragem que já fiz em um dia. Isso só foi possível por haver condições ideais.
Um pouco antes de chegar conversei com alguns ciclistas que faziam trilhas. Perguntou se queria chegar por estrada de terra mas recusei.
Em Santo Tomé tive dificuldades de encontrar hospedagem, ora não havia vagas, ora eles cobravam muito caro. Em um hotel ruim (a entrada era um bar) eles queria 490 pesos, que dava mais de 100 reais. Já desistindo, encontrei um hotel simples por 300 pesos onde fiquei.
Planejei para o domingo chegar em Avear onde passaria para o Brasil via balsa. A quilometragem também não era baixa: 90km.
A estrada tinha mais movimento mas estava tranquilo ainda. O vento a favor continuava e me aproveitei disso para chegar logo. Como no dia anterior, o cenário era de pasto e a estrada seguia bem plana, porém não havia nenhum bairro no meio do caminho.
Pedalei forte e assim cheguei por volta das 15h. A cidade estava vazia, talvez por ser domingo. Notei que a cidade já teve ser tempo rico, mas estava decadente. Havia casarões e fábricas com paredes de tijolo do mesmo jeito que foi construído há mais de 50 anos atrás. Gostei muito.
Fui no controle de fronteira mas domingo mão havia balsa. Passei no dia seguinte para Itaqui-RS e logo peguei a estrada para Uruguaiana, outro dia de quilometragem alta.
No lado brasileiro vi pasto e plantações de trigo me parece. Fora isso, o cenário se mantinha.
Fiquei no hotel Roll inn por dois dias para descansar por ter feito 350km em três dias. Também porque no dia seguinte choveu e ficou ventando bastante.
O tempo ruim durou um dia e quando sai já estava sol porém mais frio. Queria chegar em Barra do Quaraí, na divisa com o Uruguai.
Não posso contar com vento a favor para sempre e agora ele estava contra. Os 70km foram mais difíceis e gastei um tempo por conta de um pneu furado.
Notei que na cidade tinha muitos supermercados. Quando fui comprar mantimentos, perguntavam se ia pagar em que moeda. Percebi que muitos uruguaios passavam a fronteira para fazer compras no Brasil. No outro lado, Bella Union ja queria testar meu cartão pré-pago no freeshop que havia lá.













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