Itinerario: Puerto Javier, Leandro L Além, Santa Ana, San Ignácio, Gobernador Roca, Corpus
Fotos: Clique aqui
Tomei o café do hotel em Porto Xavier e sai meio apreensivo para a balsa. Afinal, nunca na história desse país eu tinha deixado esse país.
A cidade de fronteira é diferente, as leis anti-ambulantes, que vi em todo o Sul, não se aplicava ali. Tudo era mais simples, inclusive o preço dos hotéis (falando do Brasil ainda).
Cheguei no posto de imigração igual cachorro em dia de mudança. Não sabia onde deixar a bicicleta, um monte de gente pra lá e pra cá, que porta eu entrava mas no final consegui cadastrar minha partida. Paguei os r $12 da balsa e embarquei com mais um cidadão argentino que fazia compras de supermercado no Brasil. Logo me disse que as coisas estavam caras aqui.
No lado argentino um policial pediu para eu abrir uma das bolsas. Viu apenas um saco de roupas amarrotadas e me deixou passar. A cidade Puerto Javier era bem simples, cheia de kioscos (mercadinhos) na propria casa das pessoas mas tinham grades impedindo o acesso. Vendo isso tratei de sair logo da cidade.
A estrada era boa com acostamento bom e pouco movimento. Tinha muito sobe-desce e depois dos quase 50 quilômetros já estava cansado. Cheguei na cidade Leandro Além no começo da tarde. Na primeira placa escrita "hospedaje" parei e perguntei o preço: $200. Na conversão 1 pra 5 estava bom.
Fui andar na cidade que era bem cuidada mas estava morta. Não se via ninguém num dia de semana e 14:30h, mas numa loja vi que o horário de almoço era das 12h as 16h e era assim pra quase tudo. Depois ficavam abertos até as 20h. Voltei depois e o cenário era outro, carros, gente, policiais ( os ladrões também devem tem folga). Fui ao supermercado, vi e comprei muitas opções de alfajores
No dia seguinte continuei pela estrada sentido Santa Ana. Cheguei rápido e continuei pela Ruta 12 querendo chegar nas ruínas jesuíticas de San Ignácio Mini. No caminho vi uma placa indicando as ruínas de Nuestra Señora de Loreto e resolvi visitar. Comprei o ingresso que vale também para a ruína de San Ignácio. As ruínas tem apenas as fundações e algumas paredes apenas e o museu tem poucas peças, assim fiquei pouco por ali.
Já em San Ignácio senti uma grande diferença no tipo do turismo. A cidade estava cheia de gente vindo de onibus, vendendo artesanato, pedindo dinheiro num ar alternativo tipo São Tomé as Letras ou Trindade, diferente de São Miguel da Missões onde se via apenas casais. Senti mais a vontade mesmo com uma bicicleta carregada que chama a atenção pois não me viam como um extraterrestre.
Entrei nas ruínas onde se vê um conjunto mais completo do que vi no Brasil. A fachada da igreja em São Miguel é a mais preservada, mas o entorno era praticamente alicerces. Aqui as casas dos índios estavam bem preservadas, com algumas faltando apenas o telhado. Neste caso se tem a ideia do que era a vila como um todo. Alem disso muitas paredes tinham ornamentos. Neste dia fiquei hospedado num hostel bem legal onde conversei com algumas pessoas sobre a viagem.
com isso tudo fiquei com vontade de conhecer um pouco o Paraguai e as ruínas de la. Pensei em entrar por Posadas/Encarnacion, mas os relatos de que não se podia passar com bicicleta me queimavam os neurônios. Daí o pessoal do hostel me indicou a balsa entre Corpus/Bella Vista e pra la eu fui. Antes do almoço do dia seguinte estava na balsa com guaranis comprados no operador da balsa.
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Tomei o café do hotel em Porto Xavier e sai meio apreensivo para a balsa. Afinal, nunca na história desse país eu tinha deixado esse país.
A cidade de fronteira é diferente, as leis anti-ambulantes, que vi em todo o Sul, não se aplicava ali. Tudo era mais simples, inclusive o preço dos hotéis (falando do Brasil ainda).
Cheguei no posto de imigração igual cachorro em dia de mudança. Não sabia onde deixar a bicicleta, um monte de gente pra lá e pra cá, que porta eu entrava mas no final consegui cadastrar minha partida. Paguei os r $12 da balsa e embarquei com mais um cidadão argentino que fazia compras de supermercado no Brasil. Logo me disse que as coisas estavam caras aqui.
No lado argentino um policial pediu para eu abrir uma das bolsas. Viu apenas um saco de roupas amarrotadas e me deixou passar. A cidade Puerto Javier era bem simples, cheia de kioscos (mercadinhos) na propria casa das pessoas mas tinham grades impedindo o acesso. Vendo isso tratei de sair logo da cidade.
A estrada era boa com acostamento bom e pouco movimento. Tinha muito sobe-desce e depois dos quase 50 quilômetros já estava cansado. Cheguei na cidade Leandro Além no começo da tarde. Na primeira placa escrita "hospedaje" parei e perguntei o preço: $200. Na conversão 1 pra 5 estava bom.
Fui andar na cidade que era bem cuidada mas estava morta. Não se via ninguém num dia de semana e 14:30h, mas numa loja vi que o horário de almoço era das 12h as 16h e era assim pra quase tudo. Depois ficavam abertos até as 20h. Voltei depois e o cenário era outro, carros, gente, policiais ( os ladrões também devem tem folga). Fui ao supermercado, vi e comprei muitas opções de alfajores
No dia seguinte continuei pela estrada sentido Santa Ana. Cheguei rápido e continuei pela Ruta 12 querendo chegar nas ruínas jesuíticas de San Ignácio Mini. No caminho vi uma placa indicando as ruínas de Nuestra Señora de Loreto e resolvi visitar. Comprei o ingresso que vale também para a ruína de San Ignácio. As ruínas tem apenas as fundações e algumas paredes apenas e o museu tem poucas peças, assim fiquei pouco por ali.
Já em San Ignácio senti uma grande diferença no tipo do turismo. A cidade estava cheia de gente vindo de onibus, vendendo artesanato, pedindo dinheiro num ar alternativo tipo São Tomé as Letras ou Trindade, diferente de São Miguel da Missões onde se via apenas casais. Senti mais a vontade mesmo com uma bicicleta carregada que chama a atenção pois não me viam como um extraterrestre.
Entrei nas ruínas onde se vê um conjunto mais completo do que vi no Brasil. A fachada da igreja em São Miguel é a mais preservada, mas o entorno era praticamente alicerces. Aqui as casas dos índios estavam bem preservadas, com algumas faltando apenas o telhado. Neste caso se tem a ideia do que era a vila como um todo. Alem disso muitas paredes tinham ornamentos. Neste dia fiquei hospedado num hostel bem legal onde conversei com algumas pessoas sobre a viagem.
com isso tudo fiquei com vontade de conhecer um pouco o Paraguai e as ruínas de la. Pensei em entrar por Posadas/Encarnacion, mas os relatos de que não se podia passar com bicicleta me queimavam os neurônios. Daí o pessoal do hostel me indicou a balsa entre Corpus/Bella Vista e pra la eu fui. Antes do almoço do dia seguinte estava na balsa com guaranis comprados no operador da balsa.










Eeee Parabéns!!! Novas fronteiras!! ��
ResponderExcluirParabéns Alessandro, entrando em contato com outras culturas entendemos um pouco mas de nós mesmos.
ResponderExcluirLegal doutor. Contato humano no hotel hein
ResponderExcluirMuito bom, culturas diferentes e novos ensinamentos. Parabéns .
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