Terminei o caminho Polo Cuesta em Campos de Holambra na cidade de Paranapanema e segui rumo ao estado do Paraná, passando por Itapeva e Itarare. Mudei o planejamento para evitar os 10km da rodovia Raposo Tavares até a cidade de Itaí.
Sobe a rota dos tropeiros no trecho do estado do Paraná, segue no fim do post o link que explica sua história.
Como não encontrei uma rota para o caminho, montei o meu conforme as estradas e o tempo disponível.
Cheguei em Senges-PR pela cidade de Itarare-SP. Logo após a divisa dos Estados, segui um roteiro para conhecer a cachoeira do Corisco. Foi uma subida leve de 12 quilômetros, mas que valeram a pena. Chega-se em um mirante onde temos a vista da cachoeira e alguns cânions.
No dia seguinte fui para a cidade de Jaguariaíva pela rodovia. O trecho foi com tendência de subida e o tempo estava bem fechado.
O legal da cidade foi uma fábrica antiga dos Matarazzo toda em tijolo a vista.
No dia seguinte fui para a cidade de Piraí do Sul pela mesma estrada. Porém não passei por dentro da cidade. Evitei a rodovia com muito movimento e segui para Castro via Estrada de terra.
Conheci Castrolanda, nome formado pela junção de Castro com Holanda, por causa da Colônia que se estabeleceu ali. O chamariz do lugar é o moinho de vento em tamanho real e funcional. Achei Castro a cidade mais bonita que passei no Paraná.
A próxima cidade foi Carambeí e fiz o trajeto por estrada de terra. Encontrei minha amiga Liliane. Visitamos o parque histórico de Carambeí e depois a doceria da Frederica.
No dia seguinte fui para Ponta Grossa por estrada de terra novamente, mas agora sob chuva. Choveu praticamente o dia inteiro então só deu para aproveitar o shopping. Por causa da previsão e chuva desisti de ir para Prudentópolis para conhecer as cachoeiras e também não deu para ir no parque Vila Velha, pois estava fechado.
Continuei por estrada PR.151 para Palmeira. Segundo o relato do Sérgio Riekes, este trecho deveria ser evitado por não ter acostamento e o tráfego de caminhões. Segui mesmo assim e andei por um meio acostamento. Tinha retrovisor e quando percebia um caminhão, já seguia pela grama ao lado. Achei o trecho se Senges-Jaguariaíva pior.
Para a cidade Porto Amazonas fiz o caminho por estrada de terra passando por plantações de batata e tomate. Foi um dos poucos dias que andei com algumas horas de sol no Paraná. Gostei da cidade que é bem pequena e tem muitas casas de madeira.
O trecho para Lapa foi por asfalto pela rodovia PR427 que estava bem tranquila.
O último trecho no estado do Paraná foi até a cidade de Rio Negro. Fiz metade do caminho em estrada de terra passando na cidade Campo do Tenente, onde almoc
Percebi que as cidades mais próximas de Sāo Paulo tem muitas indústrias mas em todo o trajeto vi muita atividade agrícola.
Finalmente cheguei em Rio Negro andando um trecho da BR116 e outro por estrada de terra. O rio de mesmo nome faz a divisa com Mafra em Santa Catarina.
Gostei das cidades do caminho mas as rodovias são muito movimentadas. Achei melhor andar em estradas de terra sempre que possível, mesmo com muito barro por causa das chuvas.
Referências
Rota dos Tropeiros:
http://www.rotadostropeiros.com.br
Parque Histórico de Carambeí : http://www.parquehistoricodecarambei.com.br
Sergio Riekes (Curtindo a vida de bicicleta). http://curtindoavidadebicicleta.blogspot.com.br/2013/05/rota-dos-tropeiros-porto-amazonas-ponta.html
Sobe a rota dos tropeiros no trecho do estado do Paraná, segue no fim do post o link que explica sua história.
Como não encontrei uma rota para o caminho, montei o meu conforme as estradas e o tempo disponível.
Cheguei em Senges-PR pela cidade de Itarare-SP. Logo após a divisa dos Estados, segui um roteiro para conhecer a cachoeira do Corisco. Foi uma subida leve de 12 quilômetros, mas que valeram a pena. Chega-se em um mirante onde temos a vista da cachoeira e alguns cânions.
No dia seguinte fui para a cidade de Jaguariaíva pela rodovia. O trecho foi com tendência de subida e o tempo estava bem fechado.
O legal da cidade foi uma fábrica antiga dos Matarazzo toda em tijolo a vista.
No dia seguinte fui para a cidade de Piraí do Sul pela mesma estrada. Porém não passei por dentro da cidade. Evitei a rodovia com muito movimento e segui para Castro via Estrada de terra.
Conheci Castrolanda, nome formado pela junção de Castro com Holanda, por causa da Colônia que se estabeleceu ali. O chamariz do lugar é o moinho de vento em tamanho real e funcional. Achei Castro a cidade mais bonita que passei no Paraná.
A próxima cidade foi Carambeí e fiz o trajeto por estrada de terra. Encontrei minha amiga Liliane. Visitamos o parque histórico de Carambeí e depois a doceria da Frederica.
No dia seguinte fui para Ponta Grossa por estrada de terra novamente, mas agora sob chuva. Choveu praticamente o dia inteiro então só deu para aproveitar o shopping. Por causa da previsão e chuva desisti de ir para Prudentópolis para conhecer as cachoeiras e também não deu para ir no parque Vila Velha, pois estava fechado.
Continuei por estrada PR.151 para Palmeira. Segundo o relato do Sérgio Riekes, este trecho deveria ser evitado por não ter acostamento e o tráfego de caminhões. Segui mesmo assim e andei por um meio acostamento. Tinha retrovisor e quando percebia um caminhão, já seguia pela grama ao lado. Achei o trecho se Senges-Jaguariaíva pior.
Para a cidade Porto Amazonas fiz o caminho por estrada de terra passando por plantações de batata e tomate. Foi um dos poucos dias que andei com algumas horas de sol no Paraná. Gostei da cidade que é bem pequena e tem muitas casas de madeira.
O trecho para Lapa foi por asfalto pela rodovia PR427 que estava bem tranquila.
O último trecho no estado do Paraná foi até a cidade de Rio Negro. Fiz metade do caminho em estrada de terra passando na cidade Campo do Tenente, onde almoc
Percebi que as cidades mais próximas de Sāo Paulo tem muitas indústrias mas em todo o trajeto vi muita atividade agrícola.
Finalmente cheguei em Rio Negro andando um trecho da BR116 e outro por estrada de terra. O rio de mesmo nome faz a divisa com Mafra em Santa Catarina.
Gostei das cidades do caminho mas as rodovias são muito movimentadas. Achei melhor andar em estradas de terra sempre que possível, mesmo com muito barro por causa das chuvas.
Referências
Rota dos Tropeiros:
http://www.rotadostropeiros.com.br
Parque Histórico de Carambeí : http://www.parquehistoricodecarambei.com.br
Sergio Riekes (Curtindo a vida de bicicleta). http://curtindoavidadebicicleta.blogspot.com.br/2013/05/rota-dos-tropeiros-porto-amazonas-ponta.html














Legal, curti as construções e a cachoeira, vamo que vamos. ...
ResponderExcluirVi a foto da galinha e vários pézinhossss, ops... os filhotinhos!! :D
ResponderExcluirOi oi.. tinha uns 5 embaixo da galinha..hehe
ExcluirBelas fotos Dr. A melhor foi da coca King of Sales. Abraço
ResponderExcluirBelas fotos Dr. A melhor foi da coca King of Sales. Abraço
ResponderExcluirFala ai Fabião.. esse é bar de pingaiada..hehe
ExcluirPararabens Alessandro , as fotos os lugares e o diário estão legais, da para ter
ResponderExcluirUma noção da beleza do lugar. Abc jorge